Caros (as) bloguistas / filatelistas:
sábado, 12 de dezembro de 2009
2000 - 100 Anos União Ciclista Internacional (22/05)
Caros (as) bloguistas / filatelistas:
2009 - 800 Anos da Ordem dos Franciscanos (11/03)

Caras (os) bloguistas / filatelistas:
A 11 de Março de 1209, o então jovem Francisco de Assis recebeu do papa Inocêncio III a aprovação da REGRA e “forma de vida” para iniciar com os seus primeiros irmãos, o caminho da fraternidade. Nascia assim, a Ordem dos Frades Menores.
Os franciscanos não são monges, mas sim religiosos: realizam voto de pobreza, castidade e obediência. Vivem em fraternidades, que se designam por conventos e não como abadias ou mosteiros. Os seus conventos são tradicionalmente dentro das cidades ou junto a elas.
"Os frades monges chegaram a Portugal por volta de 1216, tendo em Santo António de Lisboa (c.1195-1231), uma das suas primeiras notáveis conquistas, que na pobreza dos Frades Menores encontrou enorme riqueza." (http://www2.ctt.pt/femce/jsp/app/public/category_info.jspx?shopCode=LOJV&categoryCode=8063)
Mais informações em http://franciscodeassis.no.sapo.pt/Ordem.htm
domingo, 13 de setembro de 2009
2009 - 50 anos do Cristo Rei (17-05)


O Cristo-Rei é um monumento religioso localizado na freguesia de Almada, no concelho de Almada, em Portugal.
A estátua de Cristo Redentor, existente no Rio de Janeiro, no Brasil, inspirou, em 1934, durante uma visita àquela cidade, o Cardeal Patriarca de Lisboa de então, Dom Manuel Gonçalves Cerejeira, a construir um monumento de cariz similar em Lisboa.
Situa-se a uma altitude de 113 metros acima do nível do Tejo, sendo constituído por um pórtico projectado pelo arquitecto António Lino, com 75 metros de altura, encimado pela estátua do Redentor de braços abertos voltado para a cidade de Lisboa, com 28 metros de altura, obra do escultor português Francisco Franco de Sousa. O pedestal, incluindo o pórtico, eleva-se a 82 metros de altura. O monumento a Cristo-Rei constitui a maior atracção turística do concelho de Almada, a seguir às famosas praias da Costa de Caparica. É de visita obrigatória a todo o turista que visite Lisboa.
Este monumento é o melhor miradouro da cidade de Lisboa, oferecendo uma ampla vista sobre a capital e sobre a Ponte 25 de Abril. Em numerosas reportagens turísticas sobre Lisboa, surge o monumento a Cristo-Rei, ex-líbris de Almada.
É uma das mais altas construções de Portugal, com 110 metros de altura. Que faz 50 anos a 17 de Maio de 2009.
Os selos foram desenhados por António Magalhães sobre fotos de Francisco Noronha de Andrade e José Elias.
Os selos têm valores de 32 cêntimos (330 mil exemplares) e 68 cêntimos (230 mil exemplares). O bloco vale 2,48 Euros (60 mil exemplares).
Nota pessoal: Obrigada, minha amiga Cris, por me teres presenteado com bloco ! Os selos vão ser encomendados...
quinta-feira, 21 de maio de 2009
2008 - Ano Europeu do Diálogo Intercultural (23-10)
Terminado com sucesso o Mestrado, retorno à minha paixão pelos selos com algum tempo.

Desta feita, “apesar da enorme transformação nas comunicações, quer através dos “e-mails” e dos “SMS” ou de outras formas de comunicação que assentam nas novas tecnologias de informação, fica-nos a alegria de abrir a caixa do correio onde nos chegam, ainda hoje, memórias de países que não vemos, histórias da nossa vida por viver, origens que não queremos perder.”

Assim, "o Parlamento e o Conselho da União Europeia declararam 2008 “Ano Europeu do Diálogo Intercultural” na perspectiva de reforçar a construção de uma identidade europeia comum, baseada nos valores interculturais, com vista a uma sociedade mais justa e integradora, onde todos possam conviver no respeito mútuo.

O mundo deixou de ser uma aldeia fechada, a globalização já é uma realidade e mais do que agir é preciso interagir com as várias realidades/culturas, promover o pluralismo, reconhecendo e conservando a diversidade, apenas possível através do diálogo."
(In http://www.aedi2008.pt/AnnoucementDetails.aspx?itemId=115&tabId=8)

Tão distantes, territorialmente, estão estas culturas, mas com pontos em comum ... a explorar!!
Até à próxima!
domingo, 15 de março de 2009
2007 - Símbolos da República (5-10)

Caros bloguistas / filatelistas:
O Mestrado tem-me afastado da minha paixão pelos selos, mas não mais poderia continuar sem vos dar a conhecer outra aquisição.
Desta feita, a temática é a História de Portugal. Se olharmos para o calendário, verificamos que estamos sensivelmente a 1 ano e 7 meses dos 100 anos da República Portuguesa ...
A pensar em tal efeméride, os CTT começaram a emitir selos para a sua celebração já em 2007.
Aqui vai o resumo e significado de cada uma das bandeiras que constituem este bloco + selo.
Espero que gostem!
"A primeira emissão filatélica dedicada à Portugal 2010
Proclamada a República, em 5 de Outubro de 1910, uma das primeiras preocupações do Governo Provisório foi a definição dos símbolos nacionais em conformidade com as novas instituições. Assim, por Decreto de 15 de Outubro, foi nomeada uma comissão constituída por Abel Acácio de Almeida Botelho, Columbano Bordalo Pinheiro, João Chagas, José Afonso Pala e António Ladislau Parreira, encarregada de apresentar um projecto sobre a nova bandeira nacional. Além deste, que mantinha o verde e o vermelho da bandeira que os revolucionários tinham arvorado na Rotunda e nos navios de guerra, surgiram vários outros projectos, no decurso de uma intensa e por vezes exaltada campanha, em que se destacou um grupo constituído por Guerra Junqueiro, Braancamp Freire e António Arroio, que defendiam a manutenção do azul e branco da bandeira monárquica, substituindo a coroa real por símbolos adequados ao regime republicano. Depois de aprovados oficialmente pelo Governo, em 29 de Novembro, os símbolos nacionais propostos pela comissão foram submetidos à Assembleia Nacional Constituinte que os sancionou pelo Decreto de 19 de Junho de 1911, publicado no Diário do Governo n.º 141: «A Assembleia Nacional Constituinte decreta: 1.º – A Bandeira Nacional é bipartida verticalmente em duas cores fundamentaes, verde escuro e escarlate, ficando o verde do lado da tralha. Ao centro, e sobreposto à união das duas cores, terá o escudo das Armas Nacionaes, orlado de branco e assentando sobre a esfera armilar manuelina, em amarello e avivada de negro. As dimensões e mais pormenores de desenho, especialização e decoração da bandeira são os do parecer da commissão nomeada por decreto de 15 de Outubro de 1910, que serão immediatamente publicados no Diário do Governo. 2.º – O hymno nacional é A Portuguesa.»
Segundo o regulamento constante de Decreto de 30 de Junho, publicado no Diário do Governo n.º 150, a Bandeira Nacional tem um comprimento igual a vez e meia a altura da tralha e a divisória entre as duas cores deve ser feita de modo a que o verde ocupe dois quintos do comprimento total e os restantes três quintos pelo vermelho. Centrada no sentido vertical, figura a esfera armilar sobre a qual se inscreve o escudo branco com as quinas que, segundo a Comissão, perpetuam e consagram «o milagre humano da positiva bravura, tenacidade, diplomacia e audácia que conseguiu atar os primeiros elos da afirmação social e política da lusa nacionalidade». Os castelos estampados sobre a larga faixa carmesim que rodeia o escudo são um dos símbolos «mais enérgicos da integridade e independência nacional». As normas sobre a utilização da Bandeira Nacional foram regulamentadas pelo Decreto-Lei n.º 150/87, de 30 de Março.
Estandarte Presidencial
Complementares da Bandeira Nacional, existem outras bandeiras destinadas a usos específicos, com destaque para o Estandarte Presidencial, criado em 1930, que se destina a assinalar a presença do Chefe do Estado. Retoma o tipo do pavilhão régio criado pela Casa de Bragança, em que as armas nacionais assentavam num campo de cor uniforme que, no Estandarte Presidencial, é todo verde, sobre o qual figuram as Armas Nacionais assentes sobre a esfera armilar de ouro. O estandarte pode ainda ter a forma de galhardete que é hasteado na frente da viatura que transporta o Presidente da República nas suas deslocações oficiais.
Além dos símbolos nacionais, existem outro tipo de bandeiras, símbolos de outros órgãos de soberania, como a da Assembleia da República, ou das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, no quadro do respectivo estatuto autonómico consagrado na Constituição da República Portuguesa.
Bandeira da Assembleia da República
Hasteada pela primeira vez no dia 3 de Janeiro de 2007, a Bandeira da Assembleia da República foi criada pela Resolução n.º 73/2006, aprovada em 14 de Dezembro de 2006. Com uma dimensão que deve respeitar a proporção de 2 por 3, a bandeira tem a seguinte descrição: «de prata, tendo ao centro a esfera armilar de ouro e, brocante sobre ela, o escudo das armas nacionais, com bordadura de verde». Também existe na versão de galhardete que, nas deslocações oficiais, é içado na viatura ao serviço do Presidente da Assembleia da República.
Bandeira da Região Autónoma dos Açores
No quadro do respectivo processo autonómico, a Região Autónoma dos Açores aprovou pelo Decreto Regional n.º 4/79 A, de 10 de Abril, os Símbolos heráldicos de Região Autónoma dos Açores, cuja versão autêntica foi aprovada pelo Decreto Regulamentar Regional n.º 12/79, de 12 de Abril. Fortemente influenciada pela bandeira do Liberalismo, que fez dos Açores a sua base para a tomada do poder, tem a forma rectangular, sendo o seu comprimento uma vez e meia a altura; é partida de azul escuro e branco, numa proporção de dois quintos para a primeira cor e três quintos para a segunda; ao centro, sobre a linha divisória, tem um açor voante, de forma naturalista estilizada, de ouro; por cima do açor, em semicírculo, tem nove estrelas iguais de ouro, com cinco raios; junto da haste, no canto superior tem o escudo nacional.
Bandeira da Região Autónoma da Madeira
Com base na Constituição da República que reconhece à Madeira o estatuto de autonomia regional sujeita a regime constitucional próprio, com direito a insígnias próprias que a diferenciem do restante território português, foi criada a Bandeira da Região Autónoma da Madeira por Decreto da Assembleia Regional de 28 de Julho de 1978 (Decreto Regional n.º 30/78/M, de 12 de Setembro). Tem a forma rectangular, com uma altura igual a dois terços da sua largura e é dividida em três faixas verticais; os rectângulos dos extremos são azuis e o rectângulo intermédio é de ouro; sobre este figura a Cruz da Ordem de Cristo. O azul representa a natureza insular da região e o amarelo o clima ameno e os areais, que são factores fundamentais da sua riqueza. Por sua vez, a Cruz de Cristo remete para o facto de o arquipélago ter sido descoberto por dois cavaleiros dessa ordem militar e é o símbolo de ligação à República Portuguesa."
Até à próxima!!quarta-feira, 8 de outubro de 2008
2008 - Lisboa-Dakar (05-01)

"A colecção de 60 mil exemplares (cada bloco com o valor facial de 2,75 euros) sendo os selos que constituem os blocos de 1,25 euros, 75, 45 e 30 cêntimos (cada um deles retrata veículos que já participaram no Lisboa-Dakar sob as cores portuguesas). O selo de 1,25 euros representa o camião de Rainer Weigart. No de 75 cêntimos aparece o quatro-rodas de Carlos Sousa. Os selos de 45 e 30 cêntimos retratam as motos de Hélder Rodrigues e Ruben Faria.
Salientado o facto da a partida para a prova ter estada marcada para Belém, frente ao Mosteiro dos Jerónimos, os Correios apresentam esta emissão como uma "homenagem a uma aventura do espírito humano que, do mesmo ponto de partida e à semelhança da gesta de Quinhentos, une as margens dos oceanos de areia estreitando laços entre povos e civilizações".
In http://www.dakar.iol.pt/noticia.php?id=899310
Ficam os selos para nos recordar, para a posteridade, esta situação.
Até à proxima!
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
2004 - Oceanário de Lisboa (23/03)
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
2008 - Ano Polar Internacional (23/06)



Caros bloguistas / filatelistas:
Eis a 3ª e última parte da oferenda de A Cris N. Impagável, não acham? Uma excelente escolha, de uma excelente amiga! Bem haja!!!
"Portugal foi um país pioneiro na exploração dos oceanos das altas latitudes, com navegadores como João Vaz Corte-Real que descobriu a Terra Nova e a Península do Labrador, ou Fernão de Magalhães que navegou nas águas austrais, descobrindo a Terra do Fogo, no sul da Argentina e do Chile.
Depois de cerca de 500 anos afastado das regiões polares, Portugal renovou o seu interesse nas altas latitudes através de uma forte participação no Ano Polar Internacional 2007-08. Foi fundado o Programa Polar Português e criado um ambicioso projecto educativo que visa aproximar a ciência polar da sociedade.
(...)
Contudo, poucos são aqueles que sabem que algumas das aves que frequentam a costa portuguesa nos chegam das regiões polares. Incansáveis viajantes, deslocam-se, sazonalmente, milhares de quilómetros, desde o Árctico e o Antárctico, de modo a beneficiarem das condições temperadas do litoral português. A presente edição de selos pretende dar a conhecer algumas destas aves, com as quais frequentemente nos cruzamos, sem que nos apercebamos de onde vieram.
A Gaivina-do-Árctico (Sterna paradisaea) cujas longas migrações ligam o Árctico à Antárctida, passando pelas águas portuguesas, é, sem dúvida, a espécie mais emblemática.
Uma ave muito comum no litoral português, o Pilrito-das-praias (Calidris alba), nidifica no Alto Árctico, em terras tão distantes como a Gronelândia, a Sibéria ou a ilha de Ellesmere.
Já o Paínho-casquilho (Oceanites oceanicus) é, por excelência, o representante da Antárctida, nidificando nas ilhas daquele continente gelado.
Finalmente, aparece a Torda-mergulheira (Alca torda), que nidifica nas arribas do Árctico e inverna nas nossas costas. Esta espécie, que mergulha para obter alimento, acaba, muitas vezes, por se enredar nas artes dos pescadores, aparecendo sem vida em quantidades apreciáveis nas praias portuguesas."
In http://www.portalpolar.com/index.php?option=com_content&task=view&id=156&Itemid=1
2008 - Priolo - Açores (28/05)

Caros bloguistas / filatelistas:Continuando as oferendas de A Cris N., desta feita fomos presenteados com, o que considero até ao momento, dois dos melhores blocos emitidos, muito enriquecendo esta colecção.
"O Priolo é uma ave endémica de São Miguel. Em todo o mundo o Priolo apenas pode ser encontrado nesta ilha, na área mais oriental e montanhosa (concelhos de Povoação e Nordeste), encontrando-se entre as aves mais ameaçadas do Mundo, com uma população estimada inferior a 400 aves.
O Priolo é uma espécie protegida pela Directiva Europeia das Aves estando incluída em várias listas de animais ameaçados, quer ao nível nacional (Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal), quer ao nível internacional (IUCN Red List of Threatened Animals), razão pela qual foi criada a Zona de Protecção Especial (ZPE) Pico da Vara/Ribeira do Guilherme (Sítio da Rede Natura 2000), que abrange toda a área de distribuição da espécie, visando a sua protecção e conservação.
A BirdLife International considera o Priolo como uma espécie “globalmente ameaçada de extinção”. O Priolo é actualmente considerado o passeriforme mais ameaçada da Europa.Na área da ZPE ocorrem vários habitats de interesse comunitário incluídos na Directiva Habitats, salientando-se as Laurissilvas Macaronésicas, que constituem o habitat preferencial do Priolo.
Este tipo de habitats encontra-se actualmente extremamente ameaçado, estando reduzidos a bolsas de vegetação em zonas montanhosas de maior altitude no leste da ilha. Várias destas espécies vegetais são endémicas dos Açores e estão elas próprias ameaçadas (ex: Ginja-do-mato, Sanguinho, Cedro-do-mato).
O Priolo ocorre principalmente na área de vegetação nativa onde ainda encontra as plantas que lhe fornecem alimento, como o Azevinho e a Uva-da-serra. Esta vegetação representa apenas 20% da área total da ZPE (perto de 1000 ha) estando extremamente ameaçada pela progressiva invasão de diversas espécies de plantas exóticas, sendo as mais agressivas: a Cletra, a Conteira, o Incenso e o Gigante. Se não fossem tomadas medidas, a expansão destas espécies resultaria a curto prazo no desaparecimento das últimas manchas de floresta nativa e consequentemente na extinção do Priolo.
O Projecto LIFE Priolo iniciado em 2003 tem como objectivo criar as condições necessárias para evitar a extinção do Priolo. O Projecto, financiado pelo Programa LIFE da Comissão Europeia e por fundos do Governo Regional dos Açores, é coordenado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves que tem como parceiros a Câmara Municipal do Nordeste, a Universidade dos Açores, a Direcção Regional dos Recursos Florestais, a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar e a Royal Society for the Protection of Birds (Birdlife no Reino Unido).
Todos trabalham com o objectivo de recuperar o habitat do Priolo, a floresta de Laurissilva, controlando a expansão das plantas prejudicais e permitindo à floresta nativa recuperar, para desta forma aumentar os recursos alimentares para o Priolo e assim evitar o seu desaparecimento."
In http://www2.ctt.pt/fewcm/wcmservlet/ctt/grupo_ctt/imprensa/imprensa/Imprensa94.html
2008 - Série 500 Anos da Cidade do Funchal (15/04)





Caros bloguistas / filatelistas:Na realidade, ter bons amigos que conhecem os nossos hobbies e nos enchem de oferendas tão boas na altura do nosso aniversário ... melhor do que isto é impossível! Obrigada, Ana Cris N.
"A cidade do Funchal, na Região Autónoma da Madeira contará, desde Agosto de 2008, 500 anos de instituição como cidade pela coroa Portuguesa, a primeira a ser instituída nos vastos domínios dos Descobrimentos. A sua instituição atendia ao desenvolvimento operado com a florescente cultura açucareira e tinha ainda em vista, num curto prazo, separar o vasto território descoberto pelos portugueses da Ordem de Cristo. Pretendia-se assim criar no Funchal a sede de um vasto Bispado responsável espiritualmente pelos novos territórios das margens do Atlântico e do Índico."
In http://www.funchal500anos.com/
Continua esta colecção a pautar pelo exemplar grafismo, enaltecendo a alta qualidade dos nossos selos … de tal forma que, quando nos deparamos com selos de menor qualidade (cada vez mais raros), até estranhamos …

